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domingo, 4 de março de 2007

Ò Lua...

Tinha que te ver,
envolta no som do mar,
tinha que te sentir
mais perto,
por isso fui,
até ao mar,
fiquei nas dunas,
parada,
quieta,
em mim,
mas para ti,
longe de todos
queria estar só...
contigo e com o mar,
queria ver
o momento
em que te entregavas,
num gesto intemporal
de amor...
em que te deixavas anular
desparecias..
mas voltavas,
deixavas que a tua luz
fosse levada
e a ti retornasse
com menos intensidade,
mas...
eras tu
e não eras...
via-te, embalada
pelo som do mar,
eu tu... e o mar...

6 comentários:

Moinante disse...

A Lua sempre me fascinou , e ontem à noite foi tão especial ...

Grato pela visita , resto de um bom fim de semana , apesar da chuva ...

Tó Carlos disse...

Bom fim de semana. Gostei de ler.

António Melenas disse...

Cara Amiga,
Obrigado pela tua visita e pelo comentário.
Como não tens ainda muitos posts, dei um vista de olhos por todo o teu blogue, demorando-me em alguns dos teus poemas..
Tens uma grande sensibilidade poética. Gostei
um beijinho para ti

Madalena Barranco disse...

Olá DairHilail, obrigada pela sua visita como brisa de flores ao meu blog Morango. As criaturas fantásticas que lá habitam adoraram e lhe mandaram sopros mágicos! Não poderia deixar de te visitar também e ler tua Lua tão original. Abraços.

euseinadar disse...

Agora percebo porque estavas envolta no mistério da Lua...

TINTA PERMANENTE disse...

Poema de marés!...